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quinta-feira, 23 de março de 2017

22 de Março dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água é comemorado dia 22 de março. Essa data foi criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU), e é destinado para discussão sobre diversos temas relacionados à conservação deste bem natural tão importante.

A conservação dos recursos hídricos é um ponto importante para a proteção de espécies e seus ambientes e para manter uma boa qualidade de vida para o ser humano. Garantir que a água mantenha-se disponível e de boa qualidade para a manutenção dos ecossistemas naturais e para as comunidades humanas deve ser prioridade para a sociedade do século XXI.  

Porque a água é uma substância tão importante?


A molécula de água é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio (H2O). Essa disposição dos átomos e fórmula da molécula permitem à água uma grande possibilidade de reações químicas com uma infinidade de outras moléculas, facilitando a reação química entre elementos diferentes. Esta característica da água permitiu, há bilhões de anos atrás, a formação das primeiras moléculas orgânica nos oceanos primitivos da Terra, que deram origem às primeiras formas de vida. Por isso, a presença de água é um dos fatores importantes para determinar se um ambiente possui condições para sustentar a vida.


Cinco informações sobre a água

1. A água é um recurso essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos. O ser humano possui de 60% a 65% de água em seu corpo, já as plantas tem entre 80% e 90% de água em seu peso. 
A água no corpo humano

Plantas como os cactos e as suculentas podem ter alta porcentagem de água.
2. Apesar de nosso planeta ter 70% de sua superfície coberta de água, grande parte da água utilizada pelo ser humano é originária das águas continentais que representam 1% da água da Terra.




3. No Brasil, a maior porção da água coletada é utilizada na irrigação.



4. Gasta-se milhares de litros de água na produção de alimentos. Veja a água que gastamos, mas não vemos.



5. O Brasil tem as maiores bacias hidrográficas do mundo. A bacia amazônica, da qual o rio Amazonas faz parte, possui mais volume de água que todos os rios da Europa juntos.


Principais rios do Brasil.


O que você tem feito para conservar a água?






sexta-feira, 17 de março de 2017

Parceria de sucesso: Jardim Botânico, Lar Escola Santa Luzia para Cegos, Associação Mulher Unimed e Unimed Bauru

Nessa semana o Jardim Botânico se reuniu com a representantes da Associação Mulher Unimed (AMU) e Lar Escola Santa Luzia para Cegos para definir as atividades do ano de 2017. Essas três instituições trabalham juntas desenvolvendo uma atividade de monitoria no Jardim Medicinal Sensorial com monitores deficientes visuais.


Na foto: Fernanda Cezario (Jardim Botânico), Vinícius Sementili (Jardim Botânico),
Edy Yamamoto (Coordenadora do Lar Escola Santa Luzia),
 Luiz Carlos (Diretor do Jardim Botânico) e Helena Lutak
a (Associação Mulher Unimed).
A parceria teve inicio no ano de 2012 quando a Praça de Plantas Medicinais foi adaptada transformando-se em um Jardim Medicinal Sensorial. Nesse espaço adaptado as visitas monitoradas passaram a ser guiadas pelos usuários do Lar Escola Santa Luzia para Cegos em monitorias agendadas.


Praça de plantas medicinais criada em 2001.

Jardim Sensorial Medicinal a partir da reforma da praça de plantas medicinais
Para que os usuários do Lar Escola Santa Luzia para Cegos pudessem realizar a monitoria foi feito um treinamento por meio encontros, palestras e apresentação de material de áudio, com informações sobre as plantas e suas curiosidades, maquete do local e visita ao Jardim Sensorial. 
Treinamento dos monitores. Maquete elaborada para facilitar o reconhecimento do Jardim Sensorial

Monitoria no Jardim Medicinal Sensorial

Em cinco anos de parceria foram atendidas 2.729 pessoas nas visitas monitoradas ao Jardim Sensorial. O projeto despertou o interesse de outras Associações da AMU de outras cidades que já visitaram o Jardim Medicinal Sensorial para desenvolverem Jardins Sensoriais em suas cidades.










quinta-feira, 9 de março de 2017

Site do Jardim Botânico com nova ferramenta: agenda para visitas monitoradas


Neste mês de março, aniversário do Jardim Botânico Municipal de Bauru, apresentamos uma nova ferramente de trabalho em nosso site: uma agenda digital para visitas monitoradas.

A agenda foi criada como uma ferramenta para auxiliar o visitante interessado em visitas monitoradas, que poderá agora acompanhar quais dias e períodos estão disponíveis ou indisponíveis. Para professores, diretores e coordenadores de escolas a agenda será muito útil no planejamento das visitas com seus alunos.

Lembramos que não é possível fazer o agendamento nesta página. A agenda foi criada para a consulta dos dias disponíveis ou indisponíveis.  Para agendar é necessário entrar em contato pelo e-mail jbbauru@ibest.com.br e solicitar a data e período. A agenda é atualizada diariamente. Para acessá-la e acompanhá-la entre no link de nosso site:
http://jardimbotanicobauru.com.br/com-monitoramento/ 

Vejam como ficou nossa agenda.


Na agenda são apresentados:
  • Períodos livres: VERDE - disponível para agendamento
  • Dias sem antedimento: LARANJA - Não temos atendimento aos finais de semana
  • Períodos indisponíveis: VERMELHO - indisponível para agendamento
  • Feriados: VERMELHO - Não temos atendimento nos feriados
As visitas monitoradas ao Jardim Botânico

As visitas são acompanhadas por um funcionário da Equipe de Educação Ambiental. O monitor acompanha o grupo fornecendo informações sobre o Jardim Botânico, espécies encontradas no local, coleções de plantas, regras de visitação, além de acompanhar o grupo por uma caminhada guiada pela trilha ecológica.

Para professores e alunos, as visitas podem contribuir com o estudo de conteúdos curriculares nas diversas áreas do conhecimento. Entre em contato com a Equipe de Educação Ambiental para o melhor direcionamento da visita.

Visita à coleção de bromélias do Jardim Botânico de Bauru









sexta-feira, 3 de março de 2017

Presente de aniversário para o Jardim Botânico de Bauru: Trabalho de pesquisa do Jardim Botânico é publicado na revista científica Cadernos de Saúde Pública (CSP) – Fiocruz

Mês de março é aniversário do Jardim Botânico Municipal de Bauru, comemorando 23 anos de existência. Neste ano de 2017 o Jardim ganhou um ótimo presente: um trabalho publicado em uma revista científica.

Em 2015 o Jardim Botânico de Bauru desenvolveu um trabalho monitorando bromélias de sua coleção para diagnosticar o potencial das mesmas como criadouros de larvas de Aedes aegypti e Aedes albopictus.

A ideia de desenvolver este trabalho surgiu durante uma visita da equipe de Controle de Endemias do Centro de Controle de Zoonoses de Bauru, após a inauguração da nova coleção de bromélias. O intuito foi mostrar a ocorrência de larvas de Aedes, uma vez que na época estava ocorrendo uma epidemia de dengue, febre chickungunya e zika no país. A partir deste momento o Jardim Botânico passou a monitorar pelo período de 12 meses a ocorrência de larvas de mosquitos nas bromélias de sua coleção.

Coleção de bromélias do Jardim Botânico Municipal de Bauru
Muitas espécies de bromélias reservam naturalmente água entre as folhas e podem abrigar muitas
 espécies de animais além de servir de criadouro para larvas de mosquitos.


A autora da pesquisa foi a Bióloga do Jardim Botânico Dra. Viviane Camila de Oliveira, em parceria com o Centro de Zoonoses da cidade de Bauru (responsável pela identificação das larvas). O título do trabalho foi “Ocorrência de Aedes aegypti Aedes albopictus em bromélias cultivadas no Jardim Botânico Municipal de Bauru”. O trabalho foi publicado em janeiro de 2017 na revista científica Cadernos de Saúde Pública (CSP) – Fiocruz.

O estudo apresentou que as bromélias do Jardim Botânico não constituíram foco de Aedes albopictus e Aedes aegypti, pois foram encontrados um reduzido número de larvas em comparação a outros trabalhos realizados em áreas urbanas. O resultado deve-se ao fato do Jardim Botânico estar distante da área urbana e próximo à mata nativa e também pela coleção ser protegida por uma tela. Devemos ressaltar que as espécies de bromélias que acumulam grande quantidade de água em seu tanque podem, em áreas urbanas, se tornar criadouros em potencial na ausência de criadouros preferenciais como pneus, garrafas e caixas d´água, sendo necessário o monitoramento constante.

Coleta de água para verificar a ocorrência de larvas.
Este estudo pode servir de referência para outros Jardins Botânicos próximos a áreas naturais ou para colecionadores de bromélias.

A revista Cadernos de Saúde Pública - Fiocruz é publicada mensamente pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz e destina-se à publicação de artigos científicos voltados para a produção de conhecimento no campo da saúde coletiva e fomentar a reflexão crítica e o debate sobre temas da atualidade relacionados às políticas públicas e aos fatores que repercutem nas condições de vida e no cuidado da saúde.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Você sabe o que são samambaias arborescentes?

Dicksonia sellowiana
Samambaias arborescentes (fetos arborescentes) ou Samambaia Açu, são samambaias que podem atingir até 20 metros de altura, assemelhando-se a árvores. Com caules fibrosos e espessos, que lembram troncos, são capazes de elevar suas folhas muito acima do nível do solo.

Ocorrem em regiões subtropicais e tropicais do mundo. No Brasil ocorrem principalmente na Mata Atlântica. A maior parte destas samambaias arborescentes pertencem às famílias Cyatheaceae e Dicksoniaceae.

Reproduzem-se por meio de esporos formados na face inferior de suas folhas.

Devido à extração desenfreada para fins paisagísticos e produção de vasos (xaxim), bem como pela destruição de seus ambientes naturais, muitas espécies estão ameaçadas de extinção, como a Dicksonia sellowiana, cuja extração está proibida em todo Brasil. O Jardim Botânico Municipal de Bauru possui vários indivíduos desta espécie, que o visitante pode conferir em nossa coleção de Pteridófitas.



 Cyathea atrovirens